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Nesta segunda – feira, durante ato político com médicos comunitários, realizado em Caracas, o presidente venezuelano Nícolas Maduro, denunciou a violenta campanha midiática internacional contra a Venezuela e o seu governo. O ato político e a fala de Nícolas Maduro foram transmitidos em cadeia obrigatória de rádio e televisão. O presidente assegurou que no ano passado se deram 3.800 notícias negativas sobre o país. Acusou às quatro agências internacionais de notícias, entre elas a espanhola EFE, de fazer campanha contra o país e seu governo. Nícolas Maduro afirmou: “A ofensiva mundial contra a Venezuela através dos meios já começou, todos os dias notícias negativas. No ano passado divulgaram 3.800 notícias negativas” disse o mandatário em um ato com médicos comunitários em Caracas, que foi transmitido em cadeia obrigatória de rádio e televisão. Assegurou que Reuters do Reino Unido, Associated Press (AP) de Estados Unidos, a francesa Agence France-Presse (AFP) e a Agencia EFE da Espanha encabeçam a campanha mundial contra a Venezuela. “Todos os dias chumbo, chumbo, chumbo a nível mundial. As 3.800 notícias da campanha diária por televisão, todos os dias no mundo (...), porque querem o petróleo, querem nossas riquezas, querem acabar com a Revolução Bolivariana que é exemplo de dignidade anti – neoliberal”, afirmou. O mandatário criticou, desta forma, que estas agências não dizem coisas positivas sobre Venezuela e citou como exemplo o alcance dos programas sociais implementados pelo chavismo, no poder desde 1999. Reiterou que o país petroleiro, vivendo uma profunda crise econômica, não atravessa uma “crise humanitária” como alega a oposição para pedir ao Executivo que permita a entrada de alimentos e remédios que escasseiam na Venezuela. As notícias das agências internacionais são replicadas por periódicos do mundo inteiro. É importante notar que renomados jornais europeus, alguns associados a social - democracia europeia, como The Guardian no Reino Unido, Le Monde na França e principalmente o El País na Espanha, fazem uma cobertura tendenciosa dos acontecimentos políticos na Venezuela. A campanha midiática internacional cumpre papel destacado nos esforços para a desestabilização política da Venezuela com o propósito de inviabilizar o governo de Nícolas Maduro e derrotar a Revolução Bolivariana.
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