campanha

PETIÇÃO: RIMAFLOW VIVERÁ!!! PETIÇÃO ASSINADA POR JOÃO PEDRO STÉDILE RiMaflow, atrvés de suas atividades laboráis (a Cooperativa e as oficinas artesanais) as atividades culturais e a promoção de uma rede de economía social e popular Fuorimercato, contribuiu para dar uma face mais solidária e humana a periferia e as realidades do sudoeste milanês, convertendo-se em uma referencia importante inclusive a nível internacional pela sua capacidade de resgatar setores débeis da sociedade. A investigação na qual se encontra implicada, acusada de ser uma associação criminosa, é uma contradição justamente pelo profundo valor ético e social demonstrado por seus trabalhadores e trabalhadoras. A investigação não pode anular a toda a comunidade RiMaflow: A Cooperativa tem que seguir vivendo e seu representante legal ser posto em liberdade! Expressamos nossa solidariedade a RiMaflow, que se traduza concretamente em apoio económico para os gastos legais e para enfrentar o sequestro dos bens, desde as contas correntes, que somariam com o pasar do tempo a dezenas de milhares de euros. Necessitamos ativar iniciativas de recolhida de fudos em forma de DOAÇÕES EMPRÉSTIMOS DE MÚTUO SOCORRO (pelo menos para 6 meses – um ano) Os dados c/c IT93S 05018 01600 000000158008 di Banca Etica BIC/Swift CCRTIT2T84A dirigido a Ass. Occupy Maflow, especificando la razòn: “donaciòn” o “prèstamo por … meses/años”. Assinaturas: - Movimento dos trabalhadores rurais Sem Terra – Via Campesina, Brasil - Joao Pedro Stedile, MST, Brasil PETIÇÃO ORIGINAL ASSINADA PELA COOPERATIVA RIMAFLOW RIMAFLOW VIVERÁ!! Obrigaram a cooperativa RIMAFLOW ao fechamento e prisão de seu representante legal com acusações infames. Não conseguiram anular seu projeto social. MASSIMO TEM QUE SR LIBERTADO LOGO! Tentaram obstacularizar com todos os meios possíveis nosso projeto de recuperação de uma fábrica abandonada em Trezzano sul Naviglio (Milàn), um projeto de reconstrução mutualístico, iniciado após a demissão de 330 pessoas. A força de ação solidária, o estilo ecológico sustentável, a capacidade de criar 120 postos de trabalho sem nenhuma ajuda, a construção da rede de economía social popular fora do mercado (fuorimercato), o compromisso contra a criminalidade organizada – na qual se encontram implicadas empresas e instituições de todo o sudeste milanês – nos deram a energía para resistir durante quase seis anos e viver uma das experiências mais interesantes de autogestão operária na Itália. Durante este tempo, a RiMaflow se colocou a oportunidade de experimentar a recuperação de matérias primas de estofamento (tapeçaria) de paredes (atividade que passou a representar apenas 3,6% do balanço econômico do RiMaflow e que, na verdade, foi uma perda, sendo um investimento em técnicas de experimentação). Isto foi visto como desculpa para apresentar a RiMaflow como parte de uma rede criminal dedicada ao tráfico ilícito de residuos: a acusação mais infame que se pode fazer a RiMaflow. A implicação em atividades criminais de sociedades com as quais RiMaflow se relacionou através da maquinaria e do material de descarte para a produção não significa em nenhum caso a participação da Cooperativa e de seu representante legal Massimo Lettieri em tais atividades vergonhosas. Isso será demonstrado! Mas, até então, o sequestro de bens móveis e imóveis, das contas correntes e do sistema informático da administração paralizaram violentamente a Cooperativa em todas suas atividades regulares, impedindo o pagamento de salarios, impostos, faturas, obrigações fiscais…que se agravam dramáticamente com o pasar do tempo. Isto não é justo nem tolerável!! A situação é gravíssima: necesitamos de uma campanha extraordinária de resistência. Necessitamos da mobilização e do apoio de todas as associações e coletivos possíveis!!! Cooperativa RiMaflow Associazione Occupy Maflow Fuorimercato, autogestione in movimento www.rimaflow.it www.fuorimercato.com Trezzano sul Naviglio, 1 agosto 2018
PETIÇÃO: RIMAFLOW VIVERÁ!!! PETIÇÃO ASSINADA POR JOÃO PEDRO STÉDILE RiMaflow, atrvés de suas atividades laboráis (a Cooperativa e as oficinas artesanais) as atividades culturais e a promoção de uma rede de economía social e popular Fuorimercato, contribuiu para dar uma face mais solidária e humana a periferia e as realidades do sudoeste milanês, convertendo-se em uma referencia importante inclusive a nível internacional pela sua capacidade de resgatar setores débeis da sociedade. A investigação na qual se encontra implicada, acusada de ser uma associação criminosa, é uma contradição justamente pelo profundo valor ético e social demonstrado por seus trabalhadores e trabalhadoras. A investigação não pode anular a toda a comunidade RiMaflow: A Cooperativa tem que seguir vivendo e seu representante legal ser posto em liberdade! Expressamos nossa solidariedade a RiMaflow, que se traduza concretamente em apoio económico para os gastos legais e para enfrentar o sequestro dos bens, desde as contas correntes, que somariam com o pasar do tempo a dezenas de milhares de euros. Necessitamos ativar iniciativas de recolhida de fudos em forma de DOAÇÕES EMPRÉSTIMOS DE MÚTUO SOCORRO (pelo menos para 6 meses – um ano) Os dados c/c IT93S 05018 01600 000000158008 di Banca Etica BIC/Swift CCRTIT2T84A dirigido a Ass. Occupy Maflow, especificando la razòn: “donaciòn” o “prèstamo por … meses/años”. Assinaturas: - Movimento dos trabalhadores rurais Sem Terra – Via Campesina, Brasil - Joao Pedro Stedile, MST, Brasil PETIÇÃO ORIGINAL ASSINADA PELA COOPERATIVA RIMAFLOW RIMAFLOW VIVERÁ!! Obrigaram a cooperativa RIMAFLOW ao fechamento e prisão de seu representante legal com acusações infames. Não conseguiram anular seu projeto social. MASSIMO TEM QUE SR LIBERTADO LOGO! Tentaram obstacularizar com todos os meios possíveis nosso projeto de recuperação de uma fábrica abandonada em Trezzano sul Naviglio (Milàn), um projeto de reconstrução mutualístico, iniciado após a demissão de 330 pessoas. A força de ação solidária, o estilo ecológico sustentável, a capacidade de criar 120 postos de trabalho sem nenhuma ajuda, a construção da rede de economía social popular fora do mercado (fuorimercato), o compromisso contra a criminalidade organizada – na qual se encontram implicadas empresas e instituições de todo o sudeste milanês – nos deram a energía para resistir durante quase seis anos e viver uma das experiências mais interesantes de autogestão operária na Itália. Durante este tempo, a RiMaflow se colocou a oportunidade de experimentar a recuperação de matérias primas de estofamento (tapeçaria) de paredes (atividade que passou a representar apenas 3,6% do balanço econômico do RiMaflow e que, na verdade, foi uma perda, sendo um investimento em técnicas de experimentação). Isto foi visto como desculpa para apresentar a RiMaflow como parte de uma rede criminal dedicada ao tráfico ilícito de residuos: a acusação mais infame que se pode fazer a RiMaflow. A implicação em atividades criminais de sociedades com as quais RiMaflow se relacionou através da maquinaria e do material de descarte para a produção não significa em nenhum caso a participação da Cooperativa e de seu representante legal Massimo Lettieri em tais atividades vergonhosas. Isso será demonstrado! Mas, até então, o sequestro de bens móveis e imóveis, das contas correntes e do sistema informático da administração paralizaram violentamente a Cooperativa em todas suas atividades regulares, impedindo o pagamento de salarios, impostos, faturas, obrigações fiscais…que se agravam dramáticamente com o pasar do tempo. Isto não é justo nem tolerável!! A situação é gravíssima: necesitamos de uma campanha extraordinária de resistência. Necessitamos da mobilização e do apoio de todas as associações e coletivos possíveis!!! Cooperativa RiMaflow Associazione Occupy Maflow Fuorimercato, autogestione in movimento www.rimaflow.it www.fuorimercato.com Trezzano sul Naviglio, 1 agosto 2018
A ocupação da Flaskô completa 15 anos, motivo de muita comemoração! Em junho de 2003, frente à falência induzida pelos antigos proprietários e ao relativo abandono das instalações fabris, os operários da Flaskô decidiram ocupar a fábrica e retomar a produção através do “controle operário da produção”. No próximo dia 16 de junho se completam 15 anos de ocupação, de trabalho e de luta. Durante todos esses anos, lutamos e superamos obstáculos de diversas ordens (econômicos, judiciais, etc.). Conseguimos por todo esse tempo manter a produção da fábrica e o emprego de dezenas de trabalhadores. Durante esse período, a resistência dos operários, e a manutenção da produção, possibilitou o reerguimento das instalações da fábrica, e também a construção de um bairro popular dentro de parte do seu território (A Vila Operária e Popular), garantindo um teto para centenas de famílias carentes de moradia. A luta da Flaskô nesses 15 anos apresenta um importante saldo de vitórias e de estímulo às lutas populares em Sumaré. Nesses 15 anos, passamos pelo primeiro e pelo segundo mandato presidencial do companheiro Luiz Ignácio Lula da Silva, pelo primeiro mandato de Dilma e pelo golpe de Estado que ocorreu durante o segundo mandato, através do impeachment. Um golpe parlamentar, sustentado pelo judiciário que crescentemente adota medidas de exceção, e pelos grandes oligopólios midiáticos. Após o golpe de estado, Temer assumiu a presidência de forma ilegítima e adotou um modelo econômico que contempla os grandes rentistas, banqueiros, industriais e senhores do agronegócio que patrocinaram o golpe. As ações da Lava Jato levaram a paralização da construção civil, aos ataques à Petrobras, visando à entrega do Petróleo e da soberania nacional. Temer promoveu a contrarreforma trabalhista, entre outros ataques aos trabalhadores. Os golpistas retribuem, com a entrega da soberania nacional, a sustentação que obtiveram dos poderes imperiais (EUA à frente), que objetivam a reorientação política da América Latina (AL), com a derrubada de governos de esquerda. Apesar da grave crise econômica nacional, intensificada pelo golpe de Estado, que produz uma redução da atividade econômica e o desemprego de milhões de trabalhadores, a Flaskô segue resistindo, produzindo, e mantendo seus postos de trabalho. Seguimos a nossa luta, conscientes de que ela é parte da luta de toda a classe trabalhadora brasileira. Lutamos pela liberdade do companheiro Lula, preso em uma farsa judicial, cujo objetivo é retirá-lo da campanha presidencial, e dessa forma, facilitar a eleição de um candidato que prossiga com o programa político e econômico do golpe. Por isso levantamos a exigência da imediata libertação do companheiro Lula! Ao longo dos 15 anos da ocupação desenvolvemos a luta pela estatização da fábrica. Levantamos a reivindicação de adjudicação da fábrica pelo governo federal, devido às dívidas milionárias, deixadas pelos antigos proprietários com a fazenda pública federal. Também apresentamos a reivindicação de desapropriação de toda área da fábrica em função da sua utilidade pública, considerando-se a manutenção dos postos de trabalho, o direito à moradia de centenas de famílias da Vila Operária e Popular, e a Fábrica de Esportes e Cultura, que funciona na Flaskô e possibilita que centenas de crianças e adolescentes de Sumaré desenvolvam atividades esportivas e culturais gratuitas no interior da fábrica. Não consideramos outra hipótese, que a manutenção da produção e a estatização da fábrica com a preservação do controle operário da produção. Reafirmamos nosso compromisso com a luta dos movimentos de moradia, e com a luta pela terra, desenvolvida através das ocupações do MST. Assim como o MST, nosso lema, desde o Movimento das Fábricas Ocupadas, é “Ocupar, produzir e resistir”. Seguimos lutando e apoiando todas as ocupações, por terra, moradia e trabalho. Como explica o companheiro Guilherme Boulos do MTST, “o direito à propriedade no Brasil, é limitado pela determinação do cumprimento da função social da propriedade. Qualquer propriedade que não cumpra esta função se encontra em situação ilegal”. Por terra, moradia e trabalho: “Ocupar, Produzir e resistir”! Convidamos todos os companheiros a virem na Fábrica ocupada Flaskô em 16 de junho, para a comemoração 15 anos de ocupação e de luta pela estatização da fábrica!
FLASKÔ segue para o 1 de maio unificado em Curitiba Pela imediata libertação de Lula! A Flaskô estará em Curitiba, ao lado do conjunto da classe trabalhadora brasileira, que lá estará representada no dia 1 de maio. Com o apoio de parlamentares de esquerda, como o companheiro Wilian Souza (PT) e o deputado federal Renato Simões (PT), entre outros companheiros, e também da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a fábrica ocupada Flaskô, organizou uma delegação para participar do 1 de maio unificado em Curitiba. Neste 1 de maio unificado em Curitiba os trabalhadores darão o exemplo da unidade e uma demonstração de força, para os golpistas, que pretendem manter Lula preso e aprofundar os ataques contra os trabalhadores, atropelando as garantias individuais e constitucionais do companheiro Lula, que hoje lidera todas as pesquisas de intenção de voto para a presidência da república, e se encontra preso sem nenhuma prova contra ele. O companheiro Lula é um preso político dos golpistas. Os trabalhadores demonstrarão que não se intimidam com o ataque fascista com disparos contra o acampamento Marisa Letícia, que atingiram companheiros, um deles gravemente, recentemente saído da UTI. A direita, empresários, setores do judiciário e do Ministério Público Federal, que são a linha de frente do golpe de Estado, com o apoio dos monopólios de comunicação, temem a resistência dos trabalhadores. Resistência que se desenvolve no cotidiano de lutas, como o forte movimento grevista dos professores de São Paulo. Com medo das jornadas de lutas sindicais, dos movimentos sociais como o MST, da indignação popular contra a prisão do companheiro Lula, segmentos neofascistas, a soldo de poderosos, lançam mão da violência armada, como no assassinato da companheira Marielle no Rio de janeiro, nos ataques à caravana do companheiro Lula, e nos tiros disparados contra o acampamento Marisa Letícia. Esse grande 1 de maio, é a resposta de que seguiremos firmes, buscando a construção da unidade para a continuidade das lutas e pela imediata libertação do companheiro Lula. Não daremos um passo atrás. Seguimos em frente, certos da vitória, do crescimento da resistência e de que os fascistas não passarão! Exigimos a imediata liberdade de Lula! Exigimos uma comissão independente com observadores internacionais para a investigação da execução de Marielle. Exigimos a imediata revogação das contra reformas aprovadas pelo governo golpista de Michel Temer. Pela estatização de toda empresa privatizada! Pela estatização de toda empresa fechada pela crise organizada pelos golpistas. Pela proibição imediata de qualquer demissão de trabalhadores pelos patrões golpistas. Por eleições livres e democráticas! Eleições sem lula é fraude! Organizar comitês suprapartidários em todo o país pela liberdade de Lula e para organizar nossa batalha.
FLASKÔ segue para o 1 de maio unificado em Curitiba Pela imediata libertação de Lula! A Flaskô estará em Curitiba, ao lado do conjunto da classe trabalhadora brasileira, que lá estará representada no dia 1 de maio. Com o apoio de parlamentares de esquerda, como o companheiro Wilian Souza (PT) e o deputado federal Renato Simões (PT), entre outros companheiros, e também da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a fábrica ocupada Flaskô, organizou uma delegação para participar do 1 de maio unificado em Curitiba. Neste 1 de maio unificado em Curitiba os trabalhadores darão o exemplo da unidade e uma demonstração de força, para os golpistas, que pretendem manter Lula preso e aprofundar os ataques contra os trabalhadores, atropelando as garantias individuais e constitucionais do companheiro Lula, que hoje lidera todas as pesquisas de intenção de voto para a presidência da república, e se encontra preso sem nenhuma prova contra ele. O companheiro Lula é um preso político dos golpistas. Os trabalhadores demonstrarão que não se intimidam com o ataque fascista com disparos contra o acampamento Marisa Letícia, que atingiram companheiros, um deles gravemente, recentemente saído da UTI. A direita, empresários, setores do judiciário e do Ministério Público Federal, que são a linha de frente do golpe de Estado, com o apoio dos monopólios de comunicação, temem a resistência dos trabalhadores. Resistência que se desenvolve no cotidiano de lutas, como o forte movimento grevista dos professores de São Paulo. Com medo das jornadas de lutas sindicais, dos movimentos sociais como o MST, da indignação popular contra a prisão do companheiro Lula, segmentos neofascistas, a soldo de poderosos, lançam mão da violência armada, como no assassinato da companheira Marielle no Rio de janeiro, nos ataques à caravana do companheiro Lula, e nos tiros disparados contra o acampamento Marisa Letícia. Esse grande 1 de maio, é a resposta de que seguiremos firmes, buscando a construção da unidade para a continuidade das lutas e pela imediata libertação do companheiro Lula. Não daremos um passo atrás. Seguimos em frente, certos da vitória, do crescimento da resistência e de que os fascistas não passarão! Exigimos a imediata liberdade de Lula! Exigimos uma comissão independente com observadores internacionais para a investigação da execução de Marielle. Exigimos a imediata revogação das contra reformas aprovadas pelo governo golpista de Michel Temer. Pela estatização de toda empresa privatizada! Pela estatização de toda empresa fechada pela crise organizada pelos golpistas. Pela proibição imediata de qualquer demissão de trabalhadores pelos patrões golpistas. Por eleições livres e democráticas! Eleições sem lula é fraude! Organizar comitês suprapartidários em todo o país pela liberdade de Lula e para organizar nossa batalha.
ATO EM DEFESA DA REFORMA AGRÁRIA, MARIELLE VIVE E LULA LIVRE! O MST convoca para o “ato em defesa da reforma agrária, Mariela vive e Lula livre”. O ato ocorrerá hoje, dia 15, às 16 horas, na ocupação Marielle vive. Na madrugada deste sábado 14, 700 famílias do MST ocuparam a fazenda São João das pedras, localizada no município de Valinhos, região de campinas (SP). A ocupação foi realizada durante a Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária e denuncia da especulação imobiliária. Nesse momento em que a direita neofascista ataca crescentemente as lideranças populares, e em que o judiciário de exceção aprofundou o golpe de Estado, com a prisão do companheiro Lula, precisamos mais que nunca construir a maior unidade possível para derrotar o golpe e exigir a apuração das execuções de lutadores, como a companheira Marielle. Data: Domingo, 15 de abril. Horário: 16 horas Local: Ocupação Marielle Vive: Estrada do Jequitibá, na proximidade do km 7 (entre os bairros Vila Alpina e São Bento), Valinhos Marielle vive! Lula livre!!
NÃO TOQUEM EM LULA: PELA DEMOCRACIA E CONTRA O FASCISMO No dia 4 de abril o mais alto escalão da justiça brasileira tomará uma decisão que trata do futuro imediato de Lula, maior líder operário da história brasileira. Lula simboliza a resistência contra a ditadura militar, a redemocratização do país e organização de milhões de trabalhadores, no PT, na CUT e nos movimentos sociais como o MST. Nenhum crime estará em julgamento. Estará sendo julgada a liberdade, através de um habeas Corpus, solicitado para impedir a prisão ilegal de Lula, condenado em um julgamento farsesco. Desde o golpe de Estado de 2016, o objetivo principal dos segmentos do judiciário, do MP Federal, dos grandes monopólios midiáticos, e do capital financeiro que sustenta o golpe de Estado é a prisão do maior líder operário do Brasil. Os golpistas, pretendem legitimar a transformação do regime político brasileiro, a supressão da democracia através de uma eleição sem a presença de Lula. A direita não consegue viabilizar uma candidatura. Nenhum de seus candidatos, seja Alckmin, Maia ou qualquer outro, alcança 10% das intenções de voto. Apenas o fascista Bolsonaro, que a princípio não seria a opção dos setores dominantes do capital, ultrapassa esse patamar. Contudo Lula lidera todas as pesquisas com mais de 30% das intenções de voto. A burguesia é incapaz de derrotar Lula eleitoralmente. Por isso, seu objetivo de prendê-lo e retirá-lo da eleição. O povo brasileiro não aceita a prisão de Lula. O STF, que até agora deu inúmeras demonstrações de apoio ao golpe de Estado, encontra-se dividido. A divisão reflete a resistência popular, de artistas, juristas, intelectuais, do movimento popular e sindical em defesa da democracia. Não daremos nenhum passo atrás. Exigimos a liberdade de Lula e revogação de sua condenação. Exigimos o direito democrático de Lula ser candidato a presidente. Lutaremos de forma intransigente pela derrota do golpe de Estado. O desespero da burguesia, se revela com o crescimento de grupos neofascistas. Com o crescimento do assassinato de lideranças políticas como a vereadora Marielle do PSOL e dos jovens da UJS em Maricá. Com os ataques fascistas contra a caravana de Lula no Sul. Seja qual for a decisão da elite togada do STF amanhã nos manteremos em alerta. Caso o STF conceda o Habeas Corpus para Lula, a direita fascista, e a direita tradicional ampliarão seus ataques, faremos valer nosso direito de autodefesa. Caso o STF não conceda o Habeas corpus, o caminho é o da luta intransigente pela liberdade imediata de Lula. Não devemos permitir que toquem em Lula. A prisão de Lula é um ataque frontal a todos os trabalhadores brasileiros. Se condenarem Lula não aceitaremos sua prisão. Frente a ameaça contra Lula, dizemos: Não toquem em Lula!!! Frente aos ataques fascistas: Organizar a autodefesa!!! Exigimos eleições democráticas: Lula candidato à presidência!!! undefined
LANÇAMENTO DO COMITÊ EM DEFESA DO DIREITO À CANDATURA DE LULA NA FLASKÔ Querem impedir a candidatura de Lula para presidente! Não vamos deixar! Venha construir o comitê em defesa do direito à candidatura Lula na Flaskô! Os grandes industriais, os donos do agronegócio, os banqueiros, querem impedir a candidatura de Lula em 2018. Usam o judiciário para uma condenação sem provas, com o único objetivo de impedir a candidatura de quem hoje lidera as pesquisas de intenções de voto. Fazem isso para continuar os ataques sobre os nossos direitos e a destruição dos postos de trabalho. Somente a mobilização popular pode barrar os ataques brutais contra os direitos, como a aposentadoria, saúde, educação e também para revogar a reforma trabalhista que tem como resultado a destruição dos direitos trabalhistas e o chicote mais pesado sobre as costas dos trabalhadores. Achamos que defender o direito de Lula a ser candidato é parte do processo de luta para derrotar o golpe de estado. A Fábrica ocupada Flaskô convoca os vizinhos e trabalhadores da região para o lançamento deste comitê. Vamos nos organizar! Venha participar e lutar por um futuro digno para nós e para nossos filhos. DATA: Dia 22/01/2018 – próxima segunda – feira. Local: Fábrica Flaskô: Rua Marcos Dutra Pereira, no. 300, Sumaré. Horário: 19:00 horas
Nesta segunda – feira, durante ato político com médicos comunitários, realizado em Caracas, o presidente venezuelano Nícolas Maduro, denunciou a violenta campanha midiática internacional contra a Venezuela e o seu governo. O ato político e a fala de Nícolas Maduro foram transmitidos em cadeia obrigatória de rádio e televisão. O presidente assegurou que no ano passado se deram 3.800 notícias negativas sobre o país. Acusou às quatro agências internacionais de notícias, entre elas a espanhola EFE, de fazer campanha contra o país e seu governo. Nícolas Maduro afirmou: “A ofensiva mundial contra a Venezuela através dos meios já começou, todos os dias notícias negativas. No ano passado divulgaram 3.800 notícias negativas” disse o mandatário em um ato com médicos comunitários em Caracas, que foi transmitido em cadeia obrigatória de rádio e televisão. Assegurou que Reuters do Reino Unido, Associated Press (AP) de Estados Unidos, a francesa Agence France-Presse (AFP) e a Agencia EFE da Espanha encabeçam a campanha mundial contra a Venezuela. “Todos os dias chumbo, chumbo, chumbo a nível mundial. As 3.800 notícias da campanha diária por televisão, todos os dias no mundo (...), porque querem o petróleo, querem nossas riquezas, querem acabar com a Revolução Bolivariana que é exemplo de dignidade anti – neoliberal”, afirmou. O mandatário criticou, desta forma, que estas agências não dizem coisas positivas sobre Venezuela e citou como exemplo o alcance dos programas sociais implementados pelo chavismo, no poder desde 1999. Reiterou que o país petroleiro, vivendo uma profunda crise econômica, não atravessa uma “crise humanitária” como alega a oposição para pedir ao Executivo que permita a entrada de alimentos e remédios que escasseiam na Venezuela. As notícias das agências internacionais são replicadas por periódicos do mundo inteiro. É importante notar que renomados jornais europeus, alguns associados a social - democracia europeia, como The Guardian no Reino Unido, Le Monde na França e principalmente o El País na Espanha, fazem uma cobertura tendenciosa dos acontecimentos políticos na Venezuela. A campanha midiática internacional cumpre papel destacado nos esforços para a desestabilização política da Venezuela com o propósito de inviabilizar o governo de Nícolas Maduro e derrotar a Revolução Bolivariana.
Texto publicado no site Investig'action e no periódico venezuelano Correo del Orinoco Tradução: Paulo Roberto de Andrade Castro Especialista Independente das Nações Unidas na Promoção de uma Ordem Internacional Democrática e Equitativa Alfred de Zayas, advertiu que o termo "crise humanitária" é usado para intervir na Venezuela e derrubar o atual Governo. O especialista independente da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a promoção de Uma Ordem Internacional Democrática e Equitativa, Alfred de Zayas, advertiu sobre o uso do termo crise humanitária para intervir na Venezuela e derrubar o atual governo. “Esse termo de crise humanitária é facilmente convertido no pretexto para uma intervenção, com o propósito de derrubar o regime atual, que gostem ou não, é o governo eleito”, explicou esta segunda-feira em uma entrevista para a Telesur. Alfred de Zayas indicou que na Venezuela há um problema de escassez de alimentos e remédios “porém não é uma situação de emergência aguda” e o governo tem uma série de programas para resolver estas situações. “Não gosto de exageros, crises humanitárias existem em muitos países da África, do Oriente Médio, na Venezuela há escassez, mas é preciso saber as causas destes problemas, até que ponto é culpa do governo, até que ponto é resultado de uma guerra econômica que vem do exterior, das sanções, da queda do preço do petróleo, da inflação, do contrabando (para a Colômbia)”, explicou. O especialista da ONU recordou a historia da crise no Chile em 1973, mas “não esqueçam que (Henry) Kissinger e (Richard) Nixon disseram que não se podia tolerar que um modelo alternativo tenha êxito na América Latina e logo se derrubou o governo (de Salvador Allende) pela força em um golpe de Estado”. Da mesma forma, De Zayas indicou que outra razão possível para as alegações de uma suposta crise humanitária na Venezuela é distrair: “Há outros problemas, no Brasil, em Honduras, na Argentina, dos quais se fala muito pouco. O especialista independente explicou que a intervenção em um país somente pode ser justificada em casos de genocídios, como Ruanda em 1994 e no Camboja nos anos 70. Explicou que o artigo 2, parágrafo 3, da Carta das Nações Unidas é muito claro em sua condenação às intervenções, pois advoga pela resolução dos conflitos mediante o diálogo. “Os membros da Organização devem resolver suas controvérsias internacionais por meios pacíficos de modo a não pôr em perigo nem a paz e a seguridade internacionais nem a justiça”, diz o artigo 2, parágrafo 3, da Carta das Nações Unidas. Sobre as demandas da direita internacional de julgar ao presidente constitucional da Venezuela, Nícolas Maduro, por crimes de lesa humanidade, o especialista da ONU assegurou que é algo “surrealista” e” desprovido de seriedade”. Indicou que “há 20 ou 30 outros chefes de Estado que caíram mais facilmente sob esta jurisdição”. Questionou, ademais, por que não se investigam os governos envolvidos em crimes de lesa humanidade durante as intervenções militares no Iraque, Afeganistão e Líbia. De Zayas disse que semanas antes de chegar a Venezuela foi assediado: “Me chamaram todo tipo de epítetos e nas redes sociais se dizia que eu não era independente”, mais aclarou que aqueles que o criticam “não querem um relator independente”, querem um que venha para condenar, eu venho para ouvir e depois fazer recomendações construtivas, a mim não interessa condenar um Estado, venho ajudar mediante assessoria, assistência técnica”. O especialista independente chegou a Venezuela no dia 27 de novembro e realizou reuniões com funcionários do governo, vítimas de violações de direitos humanos e da violência das chamadas guarimbas (protestos violentos da oposição) com o objetivo de conhecer a situação política, econômica e social do país. “Estive com 15 ou 16 ministros, conselheiros, para saber o que se passou nos últimos anos, sobre a queda dos preços de petróleo, a escassez, o desabastecimento”, especificou. “Queria ver com meus próprios olhos e ao final dos meus oito dias de visita recomendei ao chanceler uns conselhos preliminares” disse. Indicou que antes de vir à Venezuela revisou os informes da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) e disse não estar convencido de que sua metodologia “seja correta e objetiva”. undefined

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