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A educação popular e os cursinhos da região

Escrito em 04 agosto 2011 por admin

Karl Marx escreveu no século XIX que no capitalismo existe uma luta de classes. Nós, trabalhadores, temos muitos direitos sociais e um deles é a educação. Contudo, se prestarmos Atenção, veremos que pagamos por muitos desses “direitos”, ou seja, existe educação na rede pública, mas sabemos bem o quanto sua qualidade é precária. Justamente por esse mundo desigual e onde a educação é uma mercadoria é que surge como alternativa a educação popular.

A maior parte dos que entram na universidade pública são os que têm mais dinheiro, já que para passar no vestibular é necessário pagar colégios muito caros e não há vagas para todos. por isso, é preciso lutar pra que mais pobres, que estudaram em escolas públicas, possam entrar na universidade pública. Em vários estados do Brasil e mais especificamente na região de Campinas/SP surgem, então, os chamados cursinhos populares. Em geral, o objetivo desses cursinhos é preparar jovens da classe trabalhadora para ingressar em cursos superiores, principalmente em universidades públicas, e fazer a luta por universidade pública pra todos.

Na cidade de Valinhos, existe há um ano o cursinho popular Josué de Castro que funciona num espaço solidariamente cedido pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região. Além do cursinho, os funcionários públicos da cidade, as domésticas e outros grupos utilizam o sindicato para se organizar nas lutas.

Os educadores do cursinho são estudantes voluntários da Unicamp e Usp e o curso é totalmente gratuito. No início de 2011, foi realizado um encontro com companheiros da região: cursinho Triu de Barão Geraldo, grupo de teatro Cassandra, MTD e MST Campinas, cursinho Lima Barreto de Guarulhos, Universidade Popular de Campinas, Camará coletivo de comunicadores populares, cursinho Parque Oziel, Coletivo Miséria além de educadores independentes.

Os cursinhos buscam o ingresso de jovens de baixa renda à universidade pública e fazer a formação política que organiza a classe trabalhadora. A burguesia está unificada nos aparelhos de Estado e no judiciário que reprimem as nossas mobilizações. E nós trabalhadores, como nos organizamos? Temos feito isso, mas essa questão continua em aberto. Não basta apenas o compromisso com o vestibular, mas também estar ao lado dos trabalhadores na mesma luta de classes de que falava Marx!

A educação popular é do povo trabalhador e para o povo trabalhador. Sem grades em escolas que se parecem mais com prisões e sem um adestramento que faz dos jovens e crianças fantoches do capitalismo. Muitos se entregam e não lutam contra a opressão que sofrem através do trabalho. Buscamos mudar isso logo na educação de base.

Sérgio Vaz diz: “não confunda briga com luta, briga tem hora para acabar, a luta é para uma vida inteira”.Lutar é uma opção de vida! Fazemos o que nos dá alegria e clamam nossos corações. Somos muitos e estamos nos organizando, aos poucos, é verdade, mas como irmãos trabalhadores prosseguimos numa luta iniciada no passado e que levamos adiante como um compromisso revolucionário.

Karl Marx escreveu no século XIX que no capitalismo existe uma luta de classes. Nós, trabalhadores, temos muitos direitos sociais e um deles é a educação. Contudo, se prestarmos Atenção, veremos que pagamos por muitos desses “direitos”, ou seja, existe educação na rede pública, mas sabemos bem o quanto sua qualidade é precária. Justamente por esse mundo desigual e onde a educação é uma mercadoria é que surge como alternativa a educação popular.A maior parte dos que entram na universidade pública são os que têm mais dinheiro, já que para passar no vestibular é necessário pagar colégios muito caros e não há vagas para todos. por isso, é preciso lutar pra que mais pobres, que estudaram em escolas públicas, possam entrar na universidade pública. Em vários estados do Brasil e mais especificamente na região de Campinas/SP surgem, então, os chamados cursinhos populares. Em geral, o objetivo desses cursinhos é preparar jovens da classe trabalhadora para ingressar em cursos superiores, principalmente em universidades públicas, e fazer a luta por universidade pública pra todos.Na cidade de Valinhos, existe há um ano o cursinho popular Josué de Castro que funciona num espaço solidariamente cedido pelo Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região. Além do cursinho, os funcionários públicos da cidade, as domésticas e outros grupos utilizam o sindicato para se organizar nas lutas.Os educadores do cursinho são estudantes voluntários da Unicamp e Usp e o curso é totalmente gratuito. No início de 2011, foi realizado um encontro com companheiros da região: cursinho Triu de Barão Geraldo, grupo de teatro Cassandra, MTD e MST Campinas, cursinho Lima Barreto de Guarulhos, Universidade Popular de Campinas, Camará coletivo de comunicadores populares, cursinho Parque Oziel, Coletivo Miséria além de educadores independentes.Os cursinhos buscam o ingresso de jovens de baixa renda à universidade pública e fazer a formação política que organiza a classe trabalhadora. A burguesia está unificada nos aparelhos de Estado e no judiciário que reprimem as nossas mobilizações. E nós trabalhadores, como nos organizamos? Temos feito isso, mas essa questão continua em aberto. Não basta apenas o compromisso com o vestibular, mas também estar ao lado dos trabalhadores na mesma luta de classes de que falava Marx!A educação popular é do povo trabalhador e para o povo trabalhador. Sem grades em escolas que se parecem mais com prisões e sem um adestramento que faz dos jovens e crianças fantoches do capitalismo. Muitos se entregam e não lutam contra a opressão que sofrem através do trabalho. Buscamos mudar isso logo na educação de base.Sérgio Vaz diz: “não confunda briga com luta, briga tem hora para acabar, a luta é para uma vida inteira”.Lutar é uma opção de vida! Fazemos o que nos dá alegria e clamam nossos corações. Somos muitos e estamos nos organizando, aos poucos, é verdade, mas como irmãos trabalhadores prosseguimos numa luta iniciada no passado e que levamos adiante como um compromisso revolucionário.

Para saber mais sobre cursinhos populares na região de Campinas entre em contato pelos e-mails: malocalivre@gmail.com (com Moacir ou Silas) ou cursinhovalinhos@yahoo.com.br (Paulo, Vinícius ou Rodolfo)
“O segredo da vitória é o povo.” Carlos Marighela.

Para saber mais sobre cursinhos populares na região de Campinas entre em contato pelos e-mails: malocalivre@gmail.com (com Moacir ou Silas) ou cursinhovalinhos@yahoo.com.br (Paulo, Vinícius ou Rodolfo) “O segredo da vitória é o povo.” Carlos Marighela.

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