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Arquivo | Campo

Mulheres do MST denunciam lixão irregular próximo à área de preservação ambiental

Mulheres do MST denunciam lixão irregular próximo à área de preservação ambiental

Escrito em 30 março 2011 por admin

Nas últimas semanas, em comemoração ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, as mulheres do MST e outros movimentos sociais se mobilizaram em todo o Brasil por melhores condições de vida para toda a população. Em nossa região, no dia 25 de fevereiro, as mulheres do MST realizaram um ato de denúncia em frente da Prefeitura de Limeira-SP pela melhoria das condições de vida das famílias que vivem no pré-assentamento Elizabeth Teixeira. Durante a manifestação, parte das mulheres encenou o parto de alimentos e outro parte encenou o parto de sacos de lixo. Enquanto as mulheres que pariram os alimentos os amamentavam, as outras denunciavam um lixão irregular mantido pela prefeitura próximo ao pré-assentamento e a não regulamentação do assentamento devido a interesses escusos do prefeito Sílvio Félix.

Os trabalhadores sem terra resistem na área tentando produzir e sendo obrigados a conviver com o lixo e a poluição, além de não ter direitos assegurados como uso do SUS, energia elétrica, transporte e educação para seus filhos. O lema da campanha lançada pelas mulheres é: “Você come lixo? Nós queremos produzir alimentos!”

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Reforma Agrária paralisada

Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

Durante a primeira quinzena de janeiro de 2011, cerca de 1000 pessoas se mobilizaram em ocupações de terras no estado de São Paulo. Estas ocupações ocorreram nos municípios de Castilho, Cafelândia e Serrana e exigiam agilidade na desapropriação de terras improdutivas e cujos donos devem impostos ao Estado. O MST afirma que essas ações são necessárias, pois a Reforma Agrária está paralisada.

Enquanto isso, a terra permanece concentrada nas mãos do agronegócio e dos latifundiários. Isso é parte de um modelo agrícola que mata pessoas de tanto trabalhar nos canaviais, envenena os alimentos tornando o Brasil o principal consumidor de agrotóxicos do mundo, destrói as áreas de reservas legais e áreas de preservação permanente.

Segundo o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, fazer a Reforma Agrária no Brasil não significa somente resolver o problema social das famílias sem terra, mas também a mudança do atual modelo de desenvolvimento do campo – insustentável ambientalmente, com intensa exploração dos trabalhadores e dependente economicamente do capital internacional.

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Família Sem-Terra ocupam fazenda de usina caloteira

Família Sem-Terra ocupam fazenda de usina caloteira

Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

Na madrugada de 05 de janeiro de 2011 cerca de 250 integrantes do MST ocuparam a Fazenda Martinópolis, que pertence à Usina Nova União situada no município de Serrana – SP, na região de Ribeirão Preto.

Participaram da ocupação famílias sem terra das regiões de Campinas, Grande São Paulo, Vale do Paraíba e ribeirão Preto. A ocupação reivindica o assentamento das famílias do Acampamento Alexandra Kollontai, que existe desde 22 de maio de 2008.

A Usina Nova União tem uma dívida de cerca de 300 milhões de reais por sonegação de impostos. Além de sofrer processos trabalhistas e multas ambientais. Até hoje, a Usina ainda não pagou os salários e os direitos trabalhistas do ano de 2010 de mais de 600 funcionários.

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Assentamentos do MST produzem alimentos para as cidades da região

Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

Os assentamentos do MST produzem grande quantidade de alimentos para o abastecimento da cidade. Existe um Programa de Aquisição de Alimentos chamado Doação Simultânea. Esse programa do governo compra alimentos produzidos em assentamentos de Reforma Agrária e os distribui para entidades assistenciais.

Os assentamentos Elizabeth Teixeira em Limeira e Milton Santos em Americana entregam alimentos para esse programa que garante a alimentação da população local.

São hoje beneficiados pelo projeto 99 produtores e 11080 consumidores, organizados por 17 entidades assistenciais. Logo, mais assentamentos na região significam mais alimentos na mesa do trabalhador da cidade.

Agricultura Familiar garante alimentos saudáveis e baratos para a população

A falta de alimentos na mesa dos brasileiros é um problema deixado de lado pelos governantes. No país, a fome é ainda um grande problema social: cerca de 30 % dos domicílios sofre com a falta de alimentos.O problema aumenta na medida que o governo financia o agronegócio para a exportação de matéria-prima a países do mundo inteiro, ao invés de investir na produção de interna de alimentos.

A agricultura familiar se apresenta como uma solução pra a questão alimentar, com a produção de alimentos de qualidade e mais baratos para o padrão de vida dos brasileiros, além de gerar empregos e renda no campo.

Segundo censo agropecuário realizado em 2006 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a agricultura familiar representa 84,4% da agricultura brasileira, ocupando 24,3% das terras cultivadas no Brasil. Atualmente 75% da produção dessa área cultivável vão para as mesas dos brasileiros, garantindo alimentos mais baratos, com qualidade e sem agrotóxicos.

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canaviais

Estudo mostra condições precárias de trabalho nos canaviais paulistas

Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

Um estudo feito pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que as condições de trabalho nas lavouras paulistas de cana-de-açúcar são precárias.

A pesquisa tomou como base as inspeções coordenadas pela Vigilância Sanitária Estadual. De acordo com o levantamento, o trabalho de corte na maioria das lavouras de cana-de-açúcar ainda é feito manualmente, repetitivo e exaustivo. O trabalhador é submetido, a cada um minuto trabalhado, a 17 flexões de tronco, e tem de aplicar 54 golpes de facão.

O estudo mostra também que não há sombra nos canaviais e o trabalhador não se hidrata adequadamente. Por dia, são cortadas e carregadas, por empregado, em média, 12 toneladas de cana, e percorrido um percurso de quase 9 quilômetros.

O levantamento constatou que, no fim de um dia de trabalho, o cortador perde 8 litros de água. Quanto à alimentação, os empregados não dispõem de local adequado para as refeições, que são acondicionadas e servidas em recipientes inadequados. Segundo a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica), que representa os usineiros, já houve melhorias no setor, o índice de corte sem fogo cresce a cada ano, como determina um protocolo agroambiental, assinado em 2007 pelo setor sucroenergético e o governo do estado de São Paulo.

“O Protocolo prevê o fim da queima, e consequentemente do corte manual de cana em São Paulo, até 2014”, completou representante da instituição.

(Fonte: Agência Brasil)

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1º Encontro de Assentados em São Paulo

1º Encontro de Assentados em São Paulo

Escrito em 14 dezembro 2010 por admin

O MST (Movimentos dos Trabalhadores Sem-Terra) organizou o 1º Encontro dos Assentados do estado de São Paulo entre 14 e 17 de novembro. O evento reuniu cerca de 700 trabalhadores e trabalhadoras rurais que fizeram um balanço da situação das áreas de Reforma Agrária, discutiram as perspectivas da pequena agricultura e construíram uma pauta de reivindicações para o próximo governo.

Algumas reivindicações dos trabalhadores e trabalhadoras assentados são:

- maior investimento para formação de assentamentos

- regularização das áreas

- o desenvolvimento de políticas públicas para comercialização dos alimentos

- exigência de assistência técnica qualificada e adequada à realidade dos assentamentos

- implantação de políticas públicas de educação, saúde e infra-estrutura nos assentamentos

Terra, trabalho, moradia, saúde, educação são direitos de todos e todas!

Vamos à luta!

Os números da injustiça

no campo brasileiro


CONCENTRAÇÃO DE TERRAS, LATIFÚNDIOS E IMPRODUTIVIDADE

Dos 600 milhões de hectares do território brasileiro registrados pelo INCRA (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária),

- 80 milhões de hectares estão ociosos

- 250 milhões de hectares são terras devolutas

- 285 milhões são latifúndios 62,2% dos agricultores cultivam apenas 7,9% de suas terras 27.556 latifundiários se beneficiam desta situação, fazendo da propriedade da terra uma reserva de valor da sua riqueza (especulação rural) 4.236 latifundiários possuem uma área de 85 milhões de hectares, enquanto 4,8 milhões de famílias são agricultores sem terra Uma única empresa – a construtora CR Almeida de Curitiba – possui, sozinha, 4,5 milhões de hectares – um recorde mundial da desigualdade! 30 milhões de hectares de terra são propriedade de empresas estrangeiras como, por exemplo, a Volkswagen.
CONDIÇÕES DE VIDA DA POPULAÇÃO NO CAMPO

15 milhões de agricultores (37% das famílias rurais) vivem abaixo da linha de pobreza

11% dos agricultores vivem somente de aposentadoria (R$ 510 por mês)

4,8 milhões de famílias são agricultores sem-terra

30 milhões de agricultores foram expulsos de suas terras entre 1970 e 1990

Entre 1994 e 2002, 450 mil famílias de agricultores foram em busca de uma nova perspectiva de vida nas cidades, o que, na maioria dos casos, contribui para o aumento das favelas, do desemprego e da miséria

AGRICULTURA FAMILIAR: COM POUCA TERRA PRODUZIMOS MUITO!

A agricultura familiar – cultivo da terra só com a força de trabalho de uma família – produz a maior parte da alimentação do brasileiro. As 4.139.369 propriedades agrícolas de agricultura familiar (85% dos agricultores brasileiros) são responsáveis por:

- 37,9% do PIB nacional

- 77% dos empregos rurais

- a maioria da produção de alimentos: 67% do feijão, 84% da mandioca, 49% do milho, 54% do leite, 58% dos suínos e 40% das aves e ovos.

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mst-mulheres

As mulheres do MST: produção, organização e luta

Escrito em 25 novembro 2010 por admin

Nos assentamentos e acampamentos do MST o “setor de gênero” discute e atua na solução dos problemas que as mulheres sofrem no seu cotidiano. O coletivo de mulheres Luísa Mahin surgiu na região de Campinas em 2007 devido à necessidade das mulheres se organizarem e lutarem por seus direitos. Além das mulheres travarem a luta política por terra, trabalho e moradia, lutam cotidianamente para sobreviver. E, como se não bastasse, necessitam também lutar contra o machismo, o abuso e a violência que sofrem pelo simples fato de serem mulheres.

No último mês as mulheres desse coletivo organizaram uma exposição de fotos durante a 3a Mostra Luta. Através dessas fotos tiradas pelas próprias mulheres foi possível mostrar imagens do MST e do cotidiano das mulheres que não aparecem na grande mídia empresarial.

“Queremos mostrar as nossas lutas: a luta por justiça social; luta por terra, trabalho e moradia; luta pela sobrevivência; luta por reconhecimento, respeito e dignidade; luta pela igualdade de genero e pela diversidade sexual; luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres; luta pelo fim das opressões, do machismo e da homofobia; resumindo, a luta pela verdadeira transformação social! Por isso, nosso lema é: Mulheres unidas na luta e na vida!”

 

Produção das mulheres

O coletivo de produção das mulheres do MST produz pães, chips de banana e mandioca e bolachinhas e sequilhos deliciosos.

Prove você e saboreie também os frutos dessa luta justa.

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No Governo Dilma o MST vai à luta

No Governo Dilma o MST vai à luta

Escrito em 25 novembro 2010 por admin

O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra) luta pela Reforma Agrária, isto é, pela distribuição de terras entre os trabalhadores rurais. Pressionaram nos últimos anos para que o Governo Lula cumprisse o prometido. Porém a política de criação de assentamentos foi abandonada. Em 2009, 55.498 famílias foram assentadas em todo o país, sendo que a meta no início do governo era de 250 mil famílias por ano.

Em 2009, foram cortados ‘em função da crise’ 41% dos recursos destinados a reforma agrária. Nesse ano também houve corte de 62% no orçamento do programa de educação agrária. Já os empresários do campo – o agronegócio – ganharam uma ajuda do governo de R$ 12 bilhões.

O governo desrespeitou as próprias metas, criou assentamentos sem acabar com a injustiça na distruibuição de terras e não enfrentou os milionários do campo.

A eleição de Dilma Roussef (PT) também não garante conquistas sociais aos trabalhadores e trabalhadoras. Se quisermos ter uma vida digna, com terra, trabalho, saúde, alimentação, moradia de qualidade, precisamos nos unir e ir à luta!

Toda conquista é fruto da luta dos trabalhadores!

No Governo Dilma, vamos à Luta!

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