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Arquivo | Moradia

MTST protesta e cobra prefeitura de Sumaré

MTST protesta e cobra prefeitura de Sumaré

Escrito em 18 abril 2011 por admin

Na manhã do dia 23 de março, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) organizaram um protesto e realizaram o travamento da saída de Sumaré, na altura do km 107. O protesto serviu para pressionar a Prefeitura a cumprir o acordo feito há mais de um ano, onde foi prometida a construção das casas demandas pelo movimento.

Atualmente o MTST na região já enfrentou inúmeros despejos, muita violência e resiste de forma organizada com cerca de 250 famílias acampadas no Zumbi dos Palmares.

Foi o terceiro ato neste ano, em janeiro aconteceu o primeiro em frente à prefeitura reivindicando agilidade nos processos burocráticos para que o projeto de construção das casas seja assinado, prorrogado a mais de um ano. Nada avançou e um novo ato ocorreu em 3 de março, onde houve o travamento de ruas próximas ao acampamento, mesmo assim nada foi resolvido.

Não houve outra alternativa e outro ato foi organizado, porém a prefeitura de Sumaré segue sem tomar nenhuma atitude.

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Vitória! Realizada Audiência Pública da Flaskô e Vila Operária!

Vitória! Realizada Audiência Pública da Flaskô e Vila Operária!

Escrito em 18 abril 2011 por admin

Audiência pública da Flaskô e Vila Operária é um sucesso, expressando as contradições da Prefeitura, que vem dando pouco caso às reivindicações dos trabalhadores e moradores.

No último dia 31 de março aconteceu uma Audiência Pública na Câmara dos Vereadores de Sumaré/SP para tratar das reivindicações dos trabalhadores da Flaskô e dos moradores da Vila Operária, em especial com a aprovação do decreto do Prefeito para declarar a área da Flaskô, que abarca toda a área da fábrica, da Vila Operária e da Fábrica de Esportes e Cultura.

A declaração de Interesse social

Esta declaração de interesse social é muito importante, visto que é o primeiro passo para que a fábrica, a vila operária e o espaço de cultura, esporte e lazer sejam estatizados (sejam retirados do nome do antigo dono e se tornem patrimônio público) e para que o governo seja obrigado a dar as condições básicas de moradia à Vila Operária.

A Audiência Pública

Infelizmente o Prefeito Bacchim não compareceu. Ele é o responsável por fazer e assinar o decreto.

Estiveram presentes em nome da Prefeitura o Chefe de Gabinete Paulo Zeraik, o presidente do DAE (Departamento de Água e Esgoto) Luiz Eduardo, o Secretário da Habitação Jesuel Pereira. Dentre os vereadores, além do presidente da casa, estiveram presentes o vereador Niraldo Siqueira (PC do B), José Tavares Siqueira (PPS), Geraldo Medeiros (PT), Toninho da Farmácia (PSDB).

Representando o Movimento pela Campanha de Declaração de Interesse Social, estiveram presentes na mesa Alexandre Mandl (advogado), Pedro Santinho (coordenador do Conselho de Fábrica da Flaskô) e Alessandro Rodrigues (vice-presidente da Associação dos Moradores da Vila Operária).

Após uma longa discussão com contou com a presença de mais de 150 pessoas, representantes do Vereador Roque Ferreira de Bauru/SP, do Vereador Adilson Mariano de Joinville/SC, do Sindicato dos Químicos, de um ampla delegação da Vila Operária e Popular, de militantes do MST, do MTST, do membro do Diretório Nacional do PT Renato Simões, de estudantes e militanes da Unicamp, da PUC e dezenas de outros apoiadores, além dos trabalhadores da própria fábrica foi deixado claro que os trabalhadores da Flaskô e da Vila Operária não tolerarão desrespeito e descaso por parte da Prefeitura, ouvindo respostas superficiais depois de anos de luta.

Alexandre concluiu: “Há mais de um ano estamos ouvindo isso, e, lamentavelmente, a Prefeitura não esboçou um passo adiante depois de um ano de campanha. Esperamos que a partir desta audiência pública as coisas mudem, pois os trabalhadores da Flaskô e os moradores da Vila Operária estão perdendo a paciência”.

Viva a luta dos trabalhadores da Flaskô!

Viva a luta dos moradores da Vila Operária!

Viva a unidade de classe!

Declaração de Interesse Social da Flaskô, Vila Operária e Fábrica de Cultura, já!

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Vila Operária vence batalha e prefeitura instala rede de água

Vila Operária vence batalha e prefeitura instala rede de água

Escrito em 18 abril 2011 por admin

Moradores da Vila Operária, da área Cura de Sumaré, observaram no dia 5 desse mês, após um longo período de enfrentamento com o poder público, o início dos primeiros trabalhos referentes à instalação da rede de água no local. “Foi preciso se doar a esta ação para que as coisas acontecessem”, desabafou Alessandro Rodrigues, vice-presidente da Associação de Moradores, depois de quase dois anos de reivindicações.

Quem desconhece a história desses moradores, que em 2003 passaram a residir em um terreno pertencente à fábrica de embalagens plásticas Flaskô Ltda, com o aval dos trabalhadores, nem imagina o tamanho da conquista. Isso porque, apesar de ser abundante no planeta, a água ainda tem grande dificuldade para chegar às populações menos privilegiadas.

Alessandro explica que a chegada de água até a Vila Operária é fruto de uma parceria entre os moradores e os trabalhadores da Flaskô, obrigados a negociar durante meses esse direito fundamental com o prefeito petista, José Antonio Bacchim, secretários e vereadores. O pedido de água no bairro também teve o apoio de militantes do MTST (Movimento dos Trabalhadores sem Teto) e do MST (Movimento dos Sem Terra). Até o final das obras, a Flaskô deverá continuar a fornecer água a cerca de 350 famílias.

    Companhia de luz espera autorização da prefeitura para iniciar instalações

    A conquista da rede de água atenua, mas não resolve os problemas de infraestrutura urbana da Vila Operária. Além de ruas sem asfalto, buracos e ausência de esgotos, os moradores sofrem com a falta de iluminação pública. “Só uma canetada [sic] do prefeito com a CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) resolveria o problema”, criticou Alessandro. Segundo ele, a iluminação pública influencia diretamente a questão de segurança no bairro, já que muitas pessoas evitam sair de casa à noite, por insegurança.
    Procurada pelo Jornal Atenção, a CPFL disse por meio de sua assessoria, que os técnicos da empresa já visitaram o local para avaliar a infraestrutura necessária, mas que aguarda autorização da prefeitura para iniciar as instalações, considerando o fato de a área ser privada e não pública.

    A conquista da rede de água atenua, mas não resolve os problemas de infraestrutura urbana da Vila Operária. Além de ruas sem asfalto, buracos e ausência de esgotos, os moradores sofrem com a falta de iluminação pública. “Só uma canetada [sic] do prefeito com a CPFL (Companhia Paulista de Força e Luz) resolveria o problema”, criticou Alessandro. Segundo ele, a iluminação pública influencia diretamente a questão de segurança no bairro, já que muitas pessoas evitam sair de casa à noite, por insegurança.Procurada pelo Jornal Atenção, a CPFL disse por meio de sua assessoria, que os técnicos da empresa já visitaram o local para avaliar a infraestrutura necessária, mas que aguarda autorização da prefeitura para iniciar as instalações, considerando o fato de a área ser privada e não pública.

      Novos desafios

      O Rio Tijuco Preto representa outra ameaça aos moradores das imediações. As fortes chuvas no mês de janeiro, sem ter por onde escoar, abriram uma cratera de quase 3 metros de diâmetro bem próxima das casas.

      Agora, além de lutarem contra um esgoto a céu aberto, a Vila Operária deve correr contra o relógio para evitar descer rio abaixo. As lutas devem recomeçar nesse sentindo, afinal, no mesmo dia em que a água chegava à Vila Operária o prefeito Bacchim assumia em Brasília, a vice-presidência da comissão de meio ambiente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

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      MTST protesta em frente à prefeitura de Sumaré

      Escrito em 30 março 2011 por admin

      No mês de janeiro de 2011, o Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) fez um protesto em frente à prefeitura de Sumaré para reivindicar, mais uma vez, do prefeito o cumprimento de sua parte no acordo. Ou seja, de encaminhar com agilidade os processos burocráticos para que o projeto de construção das casas seja assinado, prorrogado a mais de um ano. Deste ato, foi tirado um cronograma de reuniões entre o movimento e prefeitura, com o objetivo de informar os avanços. Já na primeira reunião no dia 25 de fevereiro com o secretário de habitação, Jesuel Pereira, foi passado ao movimento que está tudo estagnado. O que não foi nenhuma novidade! Por isso, no dia 03 de março, o MTST travou algumas ruas próximas ao acampamento para chamar a atenção da comunidade sobre a sua situação e lembrar ao prefeito e secretário da habitação que não irão ficar parados a espera da boa vontade política deles.

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      DilmaDandoDedo

      Vergonha: Dilma corta 5 bi do programa de casa popular

      Escrito em 30 março 2011 por admin

      Que o tal do Minha Casa, Minha Vida era um programa eleitoreiro, todos nós já sabíamos. Mais de 18 milhões de famílias se inscreveram acreditando que o sonho da casa própria poderia virar realidade. Foi com a promessa de mais 2 milhões de casas (o MCMV 2) que a Dilma conseguiu se eleger. Mas, agora que ela ganhou e está numa boa lá em Brasília, acaba de anunciar um corte de R$ 5 bilhões no programa MCMV!

      Mas o que nem todos sabiam é o que estava por trás da campanha eleitoral. O programa MCMV já repassou para as empreiteiras mais de R$ 60 bilhões (dinheiro do povo!!) e ainda não cumpriu a promessa de entregar 1 milhão de casas. Na verdade, o grande projeto dos próximos anos não é mais construir casas, mas fazer as obras para a copa e a olimpíada e é pra isso que o governo federal e as grandes empreiteiras vão se voltar.

      O curioso e ao mesmo tempo trágico é que esse tipo de corte só afeta os trabalhadores. Imagina só quantas casas populares poderiam ser construídas com R$ 5 bi!!! E pensar que todo esse dinheiro será “investido” em obras que só beneficiarão os ricos, donos de empresas. Parece que a máscara do governo do PT está caindo: de longe até parece que governam para os pobres, mas quando olhamos de perto, quem está mesmo à vontade não é o povão. Falta moradia, a saúde pública é péssima, as escolas são horríveis, etc, etc. E continuam os cortes. Ta na hora de dar uma cortada na Dilma!

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      Audiência pública pode regularizar moradias na Vila Operária

      Audiência pública pode regularizar moradias na Vila Operária

      Escrito em 30 março 2011 por admin

      No próximo dia 31, às 19h, moradores da Vila Operária, em Sumaré, participam de audiência pública, na Câmara de Vereadores, para reivindicar a aprovação do Projeto de Lei que declara como de interesse social, a área da empresa de embalagens plásticas Flaskô Ltda. Ocupada pelos trabalhadores desde junho de 2003, além de abrigar tais residências, a fábrica oferece trabalho, atividades esportivas e de cultura para mais de 1500 pessoas.

      Espera-se com a Declaração, que o poder público municipal reconheça a importância do local para a população da cidade. Com as atividades desenvolvidas pelo programa Fábrica de Cultura e Esportes, crianças, jovens e adultos agora contam com uma programação recheada de atividades gratuitas, ou a preços populares, como oficinas de horta orgânica, cisterna, balé clássico, teatro, bateria, e muitas outras. [+] Confira a agenda cultural!

      No dia 12 de março, os moradores da Vila reuniram-se com os trabalhadores da Flaskô para apresentar caminhos e justificativas legais que permitem a aprovação do projeto de lei, em contrapartida aos argumentos apresentados pela Prefeitura Municipal, como a falta de orçamento para arcar com a desapropriação, que deverá ocorrer até dois após a aprovação da Declaração.

      Segundo Alexandre Mandl, advogado que representa os trabalhadores da Flaskô, alternativas financeiras existem. O município poderia, por exemplo, cobrar da dívida ativa de IPTU – devida pela antiga gestão patronal da Flaskô – que ultrapassa 3,5 milhões de reais, revertendo o débito para o pagamento da desapropriação. “O Prefeito terá dois anos para correr atrás da indenização que deverá ser paga para a Flaskô, mas antes, é preciso que ele se posicione a favor do interesse social”, argumentou Alexandre.

      Fundamentada na lei 4.132/62, a desapropriação funcionaria como uma espécie de transferência forçada dos bens, da Flaskô, para o Município de Sumaré. Nesse caso, de posse da Vila Operária, a Prefeitura poderia transferir, gradualmente, a propriedade dos lotes aos moradores, regularizando a situação de moradia. A Fábrica de Esportes e Cultura poderia tornar-se um Centro Cultural Municipal, para suprir a carência de atividades esportivas e culturais da cidade.

      Falta de orçamento ou interesse político? Enquanto a Prefeitura Municipal discute formas de resolver a situação, a Vila Operária segue com péssimas condições de moradia. Cerca de 350 famílias sofrem com a falta de rede de saneamento básico, com escoamento de esgoto e água tratada, iluminação pública, ou ruas asfaltadas.

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      faltadeagua

      Água, uma necessidade básica

      Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

      Há cinco anos a Vila Operária se ergue com o suor dos seus moradores. Mas pouco, ou quase nada é feito pela prefeitura de Sumaré. Em junho do ano passado foi aprovado a implementação da rede de água e esgoto, mas até o momento o DAE se esconde e nada faz.

      Por isso, na semana do dia 12 de fevereiro os moradores estão se organizando para cobrar providencias.

      Já se ouve por ai. “O prefeito que se cuide. Por não podemos mais esperar.”

      Prefeitura precisa canalizar córrego na Vila Operária

      Durante este período de chuvas diversas casas foram ameaçadas por conta da chuva e da falta de redes pluviais na região. A secretaria de obras iniciou um trabalho com aterro e diminuição do assoreamento do córrego. Mas os moradores entendem que é necessário mais. Por isso esta luta está em pauta.

      Regularização pode ser feita por desapropriação

      Muito se tem por fazer, de acordo com Neusa, moradora da Vila Operária. O Prefeito Bacchim prometeu uma solução. Nós sabemos que a regularização pode se feita imediatamente com o prefeito aprovando um decreto de interesse social para a posterior desapropriação. Queremos que o prefeito escute, nós não vamos desistir e ele não pode se esconder, porque nos conhecemos as leis e nossos direitos

      2011: Preparar a Luta para levar a Flaskô a vitória

      Os trabalhadores da Flaskô realizaram em dezembro um importante encontro discutindo as perspectivas para a classe trabalhadora e os caminhos para a vitória.

      Com a presença de companheiros do MST, do MTST, do Sindicato dos Químicos, do Sintusp, de estudantes, trabalhadores de diversas fábricas.

      Foi discutida a luta contra a criminalização dos movimentos Sociais. O companheiro Gegê explicou a necessidade de ampliar a unidade na construção dos comitês pelo direito de lutar. Membro da Comissão de Fábrica da Cipla, Serge Goulart explicou a necessidade de retomarmos a luta contra a intervenção na Cipla e Interfibra.

      No domingo uma comissão de estudantes, artistas e trabalhadores discutiram a ampliação da luta na Fábrica de Cultura e Esporte além de organizarem para planejamento para o ano de 2011.

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      Hortolândia: as aparências enganam

      Hortolândia: as aparências enganam

      Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

      Hortolândia aparece como uma das quatro cidades do Brasil que melhor implantaram o Plano Municipal de Habitação de Interesse Social. Mas calma lá: quer dizer que as casas de cerca de 30m² que estão sendo construídas para os moradores do Jardim Estrela são exemplo? Algo deve estar errado…

      E mais: o prefeito Ângelo Perugini, conhecido como um cara do povo, promete milhares de casas populares através do programa “Minha Casa, Minha Vida”, mas até agora só um projeto está em andamento, no Jardim Minda.

      Hortolândia é uma das cidades que mais crescem no estado de São Paulo, o que não quer dizer que o povão viva bem. A falta de moradia é um dos maiores problemas. Segundo a prefeitura cerca de 17 mil famílias não tem casa ou vivem em área de risco, o que significa mais de 30% da população hortolandense!! Um verdadeiro absurdo!

      Promessas demais: A prefeitura de Hortolândia se comprometeu com uma parte das famílias da comunidade Zumbi dos Palmares organizada pelo MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto) mas até agora o acordo não passou de palavras. O MTST fez uma manifestação na prefeitura de Hortolândia cobrando o acordo. É o que toda a população pobre de Hortolândia terá que fazer, quando se der conta de que quem muito fala (e promete) pouco faz.

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      Acampamento Zumbi dos Palmares completa dois anos

      Acampamento Zumbi dos Palmares completa dois anos

      Escrito em 25 novembro 2010 por admin

      No dia 15 de novembro o Acampamento Zumbi dos Palmares do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) comemora o 2º aniversário na cidade de Sumaré.

      “Foram dois anos de muitas lutas embaixo de sol e de chuva, com muitos sorrisos e choros. Continuamos com os pés fincados na terra e organizados, tanto no acampamento quanto nos núcleos nos bairros .Neste processo encontramos diversas dificuldades, porque nos deparamos com uma prefeitura do Partido dos Trabalhadores intransigente que se negava a negociar com os trabalhadores sem-teto”, contou um morador do acampamento pro Jornal Atenção.

      Lutadores do MTST acamparam na frente da casa de Lula

      Depois da última liminar de despejo, no mês agosto de 2009, os moradores do acampamento Zumbi foram para o tudo ou nada e realizaram um acampamento em frente à casa do Presidente Lula. Lá enfrentaram muito frio e chuva e conseguiram uma abertura para negociar diretamente com o Governo Federal, que fez a ponte com a Prefeitura de Sumaré.

      “Hoje temos uma demanda fechada de 735 casas para serem construídas em Hortolândia e Sumaré. Em Hortolândia o projeto já foi assinado e as construções já começaram. Em Sumaré as coisas estão atrasadas e estamos enfrentando um longo processo burocrático para ter o projeto assinado. Atualmente está sendo analisado pelo cartório e pela Prefeitura, após isso será encerrado pela análise da Caixa Econômica Federal com a assinatura final para serem iniciadas as construções.”, informou o movimento.

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