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Arquivo | Juventude

Estudantes realizam ato do passe livre em Campinas

Estudantes realizam ato do passe livre em Campinas

Escrito em 30 março 2011 por admin

Foto: Luciano Claudino

No dia 03/03 os estudantes saíram as ruas de Campinas reivindicando o passe-livre. O ato construído pelo Movimento Passe Livre e Frente Popular pela Redução da Passagem começou por volta das 7h, partindo de diferentes lugares da cidade, mais de 30 escolas e faculdades participaram desta Luta. As principais vias foram ocupadas.

Na chegada a Prefeitura houve uma assembléia e deixou claro a principal reivindicação dos estudantes que querem a revogação do decreto que autorizou o aumento e uma audiência pública para discutir os gastos públicos no transporte.

Os reajustes das passagens de 17 cidades brasileiras têm gerado protestos em todo o país. Estudantes e militantes de organizações contra o aumento das tarifas têm convocado manifestações e articulado um movimento contra o aumento.

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PM espanca jovem em ato contra o aumento da passagem

PM espanca jovem em ato contra o aumento da passagem

Escrito em 30 março 2011 por admin

Vinicius no chão derrubado e estrangulado por um policial, já sem ar, teve a mão pisada e recebeu diversos chutes de coturnos.

“Era um ato pacífico contra o aumento absurdo da passagem de ônibus”. Assim Vinícius Figueira Boim (militante do Partido Comunista Brasileiro e do movimento de saúde na cidade de São Paulo) começou seu relato ao Jornal Atenção. Mas a polícia (corporação que deveria servir a população e garantir a segurança dos manifestantes) foi quem fez do ato em frente à prefeitura de São Paulo, no dia 17 de fevereiro, palco de violência, agredindo brutalmente Vinícius.

“A polícia começou o tumulto disparando gás de pimenta. Logo, a tropa de choque chegou jogando bombas de gás lacrimogênio e atirando balas de borracha. Violência totalmente desnecessária e desproporcional”, nos disse Vinícius por telefone. No meio do tumulto, Vinícius tentou ajudar uma amiga que estava sendo agredida pelos policiais e nisso já foi imobilizado com o cassetete na garganta, recebeu spray de pimenta nos olhos e murros no rosto. Em seguida, foi derrubado e estrangulado por um policial. No chão, já sem ar, Vinícius nos disse que teve a mão pisada e recebeu diversos chutes de coturnos. Um desses foi intencionalmente dirigido pro seu rosto, quebrando seu nariz, fazendo-o desmaiar por alguns segundos. E a violência não parou por aí! Assim que acordou, Vinícius foi levado algemado pro hospital como bandido, recebendo constante agressão verbal e provocações.

O manifestante, que estava apenas usando de seu direito de protestar, foi liberado graças a pressão da movimentos sociais e partidos de esquerda. A polícia, percebendo que seu ato brutal tinha chegado à grande mídia, acusou Vinícius de vários crimes (sem qualquer prova!) para desviar o foco dos verdadeiros causadores do tumulto e da violência no ato: a própria polícia. Em seu relatório a polícia chega a afirmar que usou “contenção moderada”. Vinícius brincou ao telefone conosco: “Imagina se a contenção tivesse sido forte! Eu não estaria aqui dando essa entrevista pra vocês!”.

Apesar da brincadeira, a situação é grave. A repressão contra a juventude no estado de São Paulo é sistemática e não é responsabilidade só da polícia. O governo estadual (Serra-PSDB) e municipal (Kassab-DEM/PMDB) é quem autoriza a política de repressão. Como nos diz Vinícius: “a truculência começa lá em cima, começa no governo, na prefeitura que não aceita dialogar com os manifestantes… e que quer mesmo que a polícia aja contra a própria população que deveria defender”. E continua: “essa violência contra a juventude se tornou pública agora, com meu espancamento, mas todo dia, por toda a periferia da cidade de São Paulo, jovens (principalmente, jovens negros) são humilhados, torturados e assassinados pela repressão da polícia e pela política do governo”.

Apesar do trauma, Vinícius nos garantiu que essa violência não vai parar o movimento e a luta pelo direito ao transporte público de qualidade. Inclusive, nos informou que “a manifestação seguinte foi ainda maior, contando com mais de 3000 manifestantes e diversas outras organizações que se somaram, agora, à luta!”.

“Era um ato pacífico contra o aumento absurdo da passagem de ônibus”. Assim Vinícius Figueira Boim (militante do Partido Comunista Brasileiro e do movimento de saúde na cidade de São Paulo) começou seu relato ao Jornal Atenção. Mas a polícia (corporação que deveria servir a população e garantir a segurança dos manifestantes) foi quem fez do ato em frente à prefeitura de São Paulo, no dia 17 de fevereiro, palco de violência, agredindo brutalmente Vinícius.
“A polícia começou o tumulto disparando gás de pimenta. Logo, a tropa de choque chegou jogando bombas de gás lacrimogênio e atirando balas de borracha. Violência totalmente desnecessária e desproporcional”, nos disse Vinícius por telefone.  No meio do tumulto, Vinícius tentou ajudar uma amiga que estava sendo agredida pelos policiais e nisso já foi imobilizado com o cassetete na garganta, recebeu spray de pimenta nos olhos e murros no rosto. Em seguida, foi derrubado e estrangulado por um policial. No chão, já sem ar, Vinícius nos disse que teve a mão pisada e recebeu diversos chutes de coturnos.  Um desses  foi intencionalmente dirigido pro seu rosto, quebrando seu nariz, fazendo-o desmaiar por alguns segundos. E a violência não parou por aí! Assim que acordou, Vinícius foi levado algemado pro hospital como bandido, recebendo constante agressão verbal e provocações.
O manifestante, que estava apenas usando de seu direito de protestar,  foi liberado graças a pressão da movimentos sociais e partidos de esquerda. A polícia, percebendo que seu ato brutal tinha chegado à grande mídia, acusou Vinícius de vários crimes (sem qualquer prova!) para desviar o foco dos verdadeiros causadores do tumulto e da violência no ato: a própria polícia.  Em seu relatório a polícia chega a afirmar que usou “contenção moderada”. Vinícius brincou ao telefone conosco: “Imagina se a contenção tivesse sido forte! Eu não estaria aqui dando essa entrevista pra vocês!”.
Apesar da brincadeira, a situação é grave. A repressão contra a juventude no estado de São Paulo é sistemática e não é responsabilidade só da polícia. O governo estadual (Serra-PSDB) e municipal (Kassab-DEM/PMDB) é quem autoriza a política de repressão. Como nos diz Vinícius: “a truculência começa lá em cima, começa no governo, na prefeitura que não aceita dialogar com os manifestantes… e que quer mesmo que a polícia aja contra a própria população que deveria defender”. E continua: “essa  violência contra a juventude se tornou pública agora, com meu espancamento, mas todo dia, por toda a periferia da cidade de São Paulo, jovens (principalmente, jovens negros) são humilhados, torturados e assassinados pela repressão da polícia e pela política do governo”.
Apesar do trauma, Vinícius nos garantiu que essa violência não vai parar o movimento e a luta pelo direito ao transporte público de qualidade. Inclusive, nos informou que “a manifestação seguinte foi ainda maior, contando com mais de 3000 manifestantes e diversas outras organizações que se somaram, agora, à luta!”.“Era um ato pacífico contra o aumento absurdo da passagem de ônibus”. Assim Vinícius Figueira Boim (militante do Partido Comunista Brasileiro e do movimento de saúde na cidade de São Paulo) começou seu relato ao Jornal Atenção. Mas a polícia (corporação que deveria servir a população e garantir a segurança dos manifestantes) foi quem fez do ato em frente à prefeitura de São Paulo, no dia 17 de fevereiro, palco de violência, agredindo brutalmente Vinícius.

“A polícia começou o tumulto disparando gás de pimenta. Logo, a tropa de choque chegou jogando bombas de gás lacrimogênio e atirando balas de borracha. Violência totalmente desnecessária e desproporcional”, nos disse Vinícius por telefone. No meio do tumulto, Vinícius tentou ajudar uma amiga que estava sendo agredida pelos policiais e nisso já foi imobilizado com o cassetete na garganta, recebeu spray de pimenta nos olhos e murros no rosto. Em seguida, foi derrubado e estrangulado por um policial. No chão, já sem ar, Vinícius nos disse que teve a mão pisada e recebeu diversos chutes de coturnos. Um desses foi intencionalmente dirigido pro seu rosto, quebrando seu nariz, fazendo-o desmaiar por alguns segundos. E a violência não parou por aí! Assim que acordou, Vinícius foi levado algemado pro hospital como bandido, recebendo constante agressão verbal e provocações.

O manifestante, que estava apenas usando de seu direito de protestar, foi liberado graças a pressão da movimentos sociais e partidos de esquerda. A polícia, percebendo que seu ato brutal tinha chegado à grande mídia, acusou Vinícius de vários crimes (sem qualquer prova!) para desviar o foco dos verdadeiros causadores do tumulto e da violência no ato: a própria polícia. Em seu relatório a polícia chega a afirmar que usou “contenção moderada”. Vinícius brincou ao telefone conosco: “Imagina se a contenção tivesse sido forte! Eu não estaria aqui dando essa entrevista pra vocês!”.

Apesar da brincadeira, a situação é grave. A repressão contra a juventude no estado de São Paulo é sistemática e não é responsabilidade só da polícia. O governo estadual (Serra-PSDB) e municipal (Kassab-DEM/PMDB) é quem autoriza a política de repressão. Como nos diz Vinícius: “a truculência começa lá em cima, começa no governo, na prefeitura que não aceita dialogar com os manifestantes… e que quer mesmo que a polícia aja contra a própria população que deveria defender”. E continua: “essa violência contra a juventude se tornou pública agora, com meu espancamento, mas todo dia, por toda a periferia da cidade de São Paulo, jovens (principalmente, jovens negros) são humilhados, torturados e assassinados pela repressão da polícia e pela política do governo”.

Apesar do trauma, Vinícius nos garantiu que essa violência não vai parar o movimento e a luta pelo direito ao transporte público de qualidade. Inclusive, nos informou que “a manifestação seguinte foi ainda maior, contando com mais de 3000 manifestantes e diversas outras organizações que se somaram, agora, à luta!”.

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charge-malhao-001

Novela Malhação: Quais seus verdadeiros objetivos

Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

Malhação é a novela de fim de tarde da Rede Globo. Seus produtores têm como público principal os adolescentes e jovens, e a novela aborda geralmente temas relacionados a esse público. Porém o que a Rede Globo não expõe de fato é o caráter elitista dessa novela, já que o seu principal objetivo é criar na juventude que assiste ao programa uma mentalidade que favorece medidas conservadoras, além de vender estilos que estão na moda. Malhação serve para convencer o jovem brasileiro de como ele deve se vestir, se comportar, se relacionar, em resumo, a lógica que impera é a da ditadura da beleza.

A periferia nunca é mostrada na novela, não existem pobres trabalhadores que sofrem diariamente com a exploração dos patrões, não existem estudantes que pegam ônibus lotados todos os dias para irem à escola, ou seja, as verdadeiras relações de opressão não aparecem na tela da televisão, e a imagem de juventude que é mostrada todos os dias não confere com a realidade das ruas.

COMO TRATA SEUS TEMAS?

Geralmente temas polêmicos são abordados. Nas últimas semanas pôde-se ver alcoolismo, eleições e homossexualismo, porém esses temas são explorados de maneira superficial e se colocam como coisas passageiras de fácil solução. O problema com o consumo de bebidas alcoólicas é resolvido simplesmente com a total negação do consumo, não com a estratégia de um consumo consciente, e a grande propaganda que incentiva esse consumo é deixada de lado. No caso dos relacionamentos homossexuais, o que se mostra é o problema do preconceito no cotidiano, que para o programa pode ser combativo com a participação das pessoas em passeatas contra a homofobia, mas as grandes lutas dos homossexuais pelos seus direitos e as pequenas ações do dia a dia que podem ser encaradas como homofóbicas, como piadinhas e apelidos não são levados em consideração. No caso da corrupção em eleições, o problema é mais fundo, pois o corrupto ganha as eleições e resta à personagem pobre da novela apenas lamentar, ao invés de mostrar atitudes de revolta que seriam importantes nesse tipo de caso.

A novela global Malhação serve então como um instrumento de reafirmação da classe rica, passando todos os dias na televisão e vendendo a imagem de novela jovem que serve para conscientizar a juventude.

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Big Brother da Unicamp

Escrito em 01 fevereiro 2011 por admin

Durante o ano de 2010 a Unicamp instalou centenas de câmeras filmadoras pelo seu campus, o objetivo segundo a reitoria é melhorar a segurança. Porém alguns pontos da universidade continuam pouco iluminados e sem seguranças, como a região próxima à Casa do Lago, um dos principais acessos a Cidade Universitária II. Neste ano a política de vigilância continua, a reitoria começou a reformar a Praça Henfil, praça que dá acesso ao restaurante universitário (bandejão) pela Avenida Dois. A reforma consiste no desvio da ciclovia que antes passava pelo meio da praça, para que agora passe ao seu redor. Para quem não sabe, a ciclovia da Unicamp data do início de 2007, ou seja a Unicamp esta refazendo uma obra que mal completou quatro anos, e a reforma nem é para consertar, é para desfazer e fazer de novo, uma mostra clara do descaso da universidade com o dinheiro público.

Os comerciantes da área relatam que a nova ciclovia já está causando alguns transtornos, por ser muito larga, muitos carros confundem com uma via para automóveis e “entram com tudo”, o que poderá trazer algum acidente. Além do mais, esse tipo de obra fora do campus demonstra também vários acordos realizados entre a subprefeitura de Barão Geraldo e outras entidades, onde o distrito passa o controle e manutenção dessas áreas para terceiros, se livrando de preocupações futuras. Quem sofre com isso são os moradores, pois se algum acidente acontecer, a burocracia fica ainda mais complicada, já que fica difícil de saber quem é o “dono” daquele lugar.

Além disso, a Unicamp instalou uma câmera na Praça Henfil, mais um gasto público sem necessidade aparente, enquanto isso, o campus da universidade em Limeira cai aos pedaços devido as chuvas de janeiro. Resta saber se com a volta às aulas e a possibilidade de manifestações por parte dos estudantes, o reitor manterá seu posicionamento de repressão e punição, ou começará a, no mínimo, explicar algumas coisas.

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Rede da Juventude e Meio Ambiente terá V Encontro Nacional

Escrito em 25 novembro 2010 por admin

A Rede da Juventude pelo Meio Ambiente e Sustentabilidade (REJUMA) se caracteriza como rede autogestionada, está presente em todo o país, criando ou articulando estruturas organizacionais em escolas, comunidades e espaços de relevância socioambiental.

A rede se prepara para o V Encontro Nacional de Juventude e Meio Ambiente, de 8 a 12 de dezembro em Brasília, onde 120 jovens com idade entre 15 e 29 anos devem discutir o futuro das Políticas Públicas de Juventude e Meio Ambiente no Brasil.

QUANDO:

8 à 12 de dezembro 2010

ONDE:

Brasília-DF

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Consciência Jovem e Negra

Escrito em 25 novembro 2010 por admin

Com o movimento da cultura negra,seja o rap, reggae, o funk, e juntamente com o samba brasileiro, os ataques racistas aumentaram muito nos anos 80.

O jovem negro ganhou estilo com as influências africanas que vieram de vários lugares do mundo. Mas, ainda hoje em dia, se um “muleque” do rap usando calças largas, bonés, cabelo black power, entrar num restaurante, por exemplo, já é discriminado na hora.

Até por aqueles que dizem: “não sou racista”. Ou um jovem, cabelo rasta, não importa por onde passa é tachado de drogado, nunca é bem visto pela sociedade.

O racismo não é só desmerecer uma pessoa, só por causa da cor de sua pele. Racismo também é desmerecer a cultura negra: as músicas, o modo de vida, jeito de se vestir, as tradições e as lutas dos antepassados negros.

No Brasil e em vários lugares do mundo onde a cultura dos povos negros se espalharam, desde a época em que os africanos foram forçados a deixar sua Mãe África.

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